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Expulsão de Léo Jardim: O Debate Crucial Sobre Critério Arbitral e Conduta no Vasco
Por Redação FutVasco em 28/07/2025 00:10
A partida entre Vasco e Internacional, disputada no Beira-Rio, foi palco de um momento que gerou ampla discussão no cenário esportivo: a expulsão do goleiro Léo Jardim. O arqueiro vascaíno recebeu o segundo cartão amarelo por simulação, popularmente conhecida como "cera", em um empate que terminou em 1 a 1. Este lance específico rapidamente se tornou o foco de análises aprofundadas por comentaristas especializados.
No programa Fechamento sportv, o comentarista PC Oliveira ofereceu sua perspectiva sobre a atuação do árbitro Flávio Rodrigues de Souza. Para Oliveira, a decisão do juiz não configurou um equívoco técnico, mas sim uma manifestação de rigor. O analista salientou como o comportamento do atleta pode influenciar a percepção do árbitro, levando-o a interpretar a situação como uma tentativa deliberada de retardar o andamento do jogo, e não como uma lesão genuína.
PC Oliveira reforçou que, embora se possa atribuir adjetivos como "rigoroso" ou "corajoso" à conduta do árbitro, conforme mencionado por Diniz, não é possível classificá-la como um erro. A questão central, segundo ele, reside no critério. Ele pontuou que, no primeiro tempo, o goleiro Rochet também simulou sem ser punido, indicando uma falta de uniformidade nas decisões. "O árbitro não é médico, mas também não é trouxa", sentenciou Oliveira, defendendo que o ideal seria a adoção de um padrão mais rigoroso por parte de todos os oficiais.
O Rigor Arbitral na Lupa dos Especialistas
Corroborando a discussão sobre a falta de padronização, o comentarista Alexandre Lozetti também ponderou sobre a questão do critério. Lozetti destacou que goleiros frequentemente adotam comportamentos semelhantes no Campeonato Brasileiro sem a devida punição, o que torna a expulsão do vascaíno um caso isolado e, para ele, positivo se replicado. Seria louvável, na sua visão, se tal rigor fosse aplicado a todos os arqueiros que utilizam dessa tática. "Seria lindo se isso acontecesse com todos os goleiros que fazem isso. Agora só com o Vasco , não. Porque aí acabaria com essa palhaçada de goleiro ficar caindo", observou Lozetti, expressando seu desejo por uma maior severidade geral.
Divergências e a Busca por Consistência
Em contrapartida, os ex-atletas Richarlyson e Felipe Melo apresentaram uma visão discordante da marcação. Ambos argumentaram que a possibilidade de o jogador ter sentido dor genuinamente não pode ser descartada, justificando o pedido de atendimento. Para eles, a forma mais adequada de coibir a simulação seria através da adição de tempo nos acréscimos, em vez de punições com cartão, que podem impactar diretamente o resultado da partida e a continuidade do atleta em campo.
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