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Dirigentes do Vasco confrontam arbitragem após expulsão polêmica

Por Redação FutVasco em 27/08/2026 00:14

O intervalo da partida entre Vasco e Vitória, válida pela Copa do Brasil, foi marcado por momentos de alta tensão no gramado. Membros da cúpula cruzmaltina interceptaram o árbitro Matheus Delgado Candançan para questionar duramente a decisão de expulsar o volante Barros ainda na primeira etapa do confronto.

O diretor de futebol, Admar Lopes, acompanhado pelo diretor técnico Felipe, dirigiu-se ao campo no momento em que a equipe de arbitragem se retirava para o vestiário. A ação dos dirigentes visava contestar a interpretação do juiz sobre um lance envolvendo o atacante Renato Kayzer, que teria tocado a bola com a mão segundos antes da infração que resultou no cartão vermelho para o jogador vascaíno.

A situação escalou rapidamente, sendo necessária a intervenção dos policiais militares responsáveis pela escolta dos árbitros para conter os executivos do Vasco . Relatos indicam que, além de Felipe e Admar, o gerente Clauber Rocha, o auxiliar técnico Bruno Lazaroni e o preparador físico Daniel Félix também participaram das manifestações de descontentamento, gerando um cenário de tumulto que se estendeu até as proximidades da área de acesso aos vestiários, onde a Polícia Militar e o BEPE chegaram a apontar armas para os funcionários do clube.

Entenda a polêmica envolvendo o VAR e Barros

O lance que originou o desentendimento ocorreu aos 14 minutos de jogo. O volante Barros, sob pressão de Renato Kayzer, perdeu o controle da bola e, na tentativa de evitar o avanço do adversário, acabou tocando a redonda com a mão. Após uma consulta ao monitor do VAR, o árbitro Matheus Delgado Candançan optou por expulsar o atleta do Vasco , alegando que ele era o último homem na jogada.

A divergência central que revoltou a comissão técnica vascaína reside na origem da jogada. Segundo a visão do clube, houve uma irregularidade prévia cometida por Renato Kayzer:

"Os vascaínos , por outro lado, destacaram que a bola bateu no braço de Kayzer antes do toque de Barros, o que também ocorreu, mas a arbitragem sinalizou jogada normal,."

Abaixo, apresentamos um resumo da cronologia dos fatos que culminaram na exclusão do jogador:

Momento Ação
14 minutos Barros comete falta após erro na saída de bola
Consulta Árbitro utiliza o VAR para revisar o lance
Decisão Expulsão de Barros por ser o último homem

A postura da arbitragem, que ignorou o toque de mão anterior do jogador do Vitória, tornou-se o principal ponto de embate durante o intervalo. A decisão, que alterou o panorama tático da partida, refletiu diretamente no comportamento intempestivo dos dirigentes, que buscaram explicações imediatas para o que consideraram um erro crasso de critério.

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